Começamos parados.
As pessoas
depois fazem, o que você quer.
namoram, comem, brigam
começam a falar de coisas
incompreensíveis
São felizes e
ponto final...
Bom estar inspirado e também relembrar os momentos no incômodo de viver os novos. E a lembrança do que já foi é um calo a mais, precede os projetos do futuro, de prazeres, dissabores e loucuras... fomos presenteados com a vida.
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
terça-feira, 20 de maio de 2014
Resplandeça o sombrio universo da maconha
Sem desobstruir o escape por onde devem passar as luzes do saber, bloqueado pelo preconceito a novas possibilidades, é preciso ser observador para os fatos mesquinhos do governo o qual somos submetidos há décadas. Propagandas deturpam ou encobrem as verdadeiras qualidades ignoradas por quem deveria defendê-las!
É, como se diz, mantenha no escuro a sabedoria e acalme assim a fera em estado latente, o povo. A maconha é matéria denegrida há mais de meio século pela cultura popular, mantida pela desinformação: uma massa recheada de pensamentos condicionados a enxergar lixo onde há poder.
É, como se diz, mantenha no escuro a sabedoria e acalme assim a fera em estado latente, o povo. A maconha é matéria denegrida há mais de meio século pela cultura popular, mantida pela desinformação: uma massa recheada de pensamentos condicionados a enxergar lixo onde há poder.
O sistema é de repressão baseado na violência, e as autoridades parecem ignorar o desenvolvimento científico, a cultura e o clamor das minorias. Sem contar na também aparente paralisia de projetos de lei de natureza progressista quando o assunto é a regulamentação de psicotrópicos, em pauta a cannabis.
Um viés da sociedade, da manutenção de normas ditas éticas, direciona o comportamento do povo e tenta fechar as portas para o desenvolvimento de novas ideias, o que é bom. Mas uma parcela do povo está cansada de mentiras acerca dessa ética de inversão de valores, onde a desmoralização das convicções culturais ou mesmo as comprovadas cientificamente são tocadas como bandeiras de luta pela maioria, conservadas e atreladas por elos de ingenuidade. Nem todos somos assim. Por isso viva o movimento pensante articulado!
Se esqueceram de que uma coisa é inalienável: a raça e a natureza. A maconha foi afastada das praças, mas não da terra; teve a pesquisa dificultada, mas não foi possível pôr fim as suas raízes, nem à curiosidade da pesquisa; foram rechaçados os cultos que a utilizavam como um elo de ligação entre o humano e o divino ( É o que pensam e pensarão)...
A verdade é que a planta foi encastelada, puseram-na na mais alta torre e fizeram o povo virar as costas para os benefícios que dela provém, inclusive sociais. Afinal pode ser ela, parte da cura de problemas relacionados à saúde, ao trabalho, ao emprego e geração de renda, à segurança pública, à economia e principalmente à educação.
Remédio natural, tal como a folha da amoreira, considerada sagrada inclusive por etnias e correntes religiosas brasileiras e afro-brasileiras, a maconha é tida como porta de saída para outras drogas e problemas sociais - não se negue o conhecimento desenvolvido na faculdade de medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) que em consonância com o mundo mantém a pesquisa e o diálogo acerca do potencial uso medicinal da cannabis atualizados no país. Leia sobre o assunto, clique aqui.
A respeito, é na Universidade que o cara aprende a desenvolver um diálogo embasado, aprende a ter credibilidade. São as mentes instruídas que têm o poder de mudar o comportamento de uma família, de um bairro, de uma nação. Foi o desenvolvimento universitário que diminuiu e ainda diminui as distâncias tecnológicas, científicas, sócio-culturais, através da pesquisa, extensão, debates, estudos em prol do desenvolvimento.
Foi baseado nesse esquema de inteligência, acrescidas aí experiências próprias que também encabeçam a luta pela liberação da erva para o consumo recreativo, que desde o ano passado o Coletivo Marcha da Maconha de Maceió organizou a primeira marcha deste ano. Foi no domingo, nas orlas de Ponta Verde e Jatiúca, onde eu vi que a linguagem da erva tem poder universal. Torcedores do Centro Sportivo Alagoano (CSA) e do Clube de Regatas Brasil (CRB), rivais mortais, estavam abraçados numa causa sem provocações e, melhor, sem apresentarem riscos a si mesmos ou aos demais participantes torcedores de outros times ou pouco apreciadores do futebol.
Mas também vi jovens mães acompanhadas de seus filhos. Para mim, um sinal de que as próximas gerações podem ser menos agressivas e mais pensantes. Um sinal de que ainda dá para se criar no mundo moldando um passo a passo, observando propriedades universais, agregando juízos de valor sem um conceito pré concebido na base do medo do desconhecido.
Afinal o que é e o que não é útil? Vá lá perguntar à vida!
Ocorre-me que esta parece ter sido mais uma tentativa infundada de repressão à minoria; um aparente atentado à Carta Magna que carece de tantas regulamentações...
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Ora ei eu
Numa noite enluarada, meu senhor apareceu
Era eu! Era eu
ele disse para mim.
Na mesma hora lembrei
"ora, ei, eu?" -
Sim, era eu.
Então o galo, que já não escuto
mais cantou e me lembrou da tranca aberta
numa rua da floresta, onde já não se encontra mais
O meu amor, o meu peso.
Procura, vai! Procure, e ache!
Inocente, a lua será pisada por ela
A rainha de todos os ensinamentos
Era eu querida.
Sou eu como queiras.
E repito que já me avisastes
"te cuida cigano"
Teu tempo, desmudastes!
Ele vai por outras bandas
Nesta hora, valha-me um fado
de boêmio apaixonado
Pelo que vai, não é nada
Pelo que foi, é o que tem
pelo que é.
Sublime suprassumo e venturoso
Como um livro a acordar
vencedores
Era eu! Era eu
ele disse para mim.
Na mesma hora lembrei
"ora, ei, eu?" -
Sim, era eu.
Então o galo, que já não escuto
mais cantou e me lembrou da tranca aberta
numa rua da floresta, onde já não se encontra mais
O meu amor, o meu peso.
Procura, vai! Procure, e ache!
Inocente, a lua será pisada por ela
A rainha de todos os ensinamentos
Era eu querida.
Sou eu como queiras.
E repito que já me avisastes
"te cuida cigano"
Teu tempo, desmudastes!
Ele vai por outras bandas
Nesta hora, valha-me um fado
de boêmio apaixonado
Pelo que vai, não é nada
Pelo que foi, é o que tem
pelo que é.
Sublime suprassumo e venturoso
Como um livro a acordar
vencedores
domingo, 27 de abril de 2014
Umas poucas
Posso te mostrar como não preciso do silêncio pra que você saiba o que é ignorância. Também pude mostrar o contrário, mas não. Sozinho pode ser, e é mais gostoso - e não há egoísmo quando se nasce sozinho. Sós - as pessoas são antenadas -, lembra da retórica, não esquece da eloquência. Meus amigos são uma graça e me enchem de vergonha, ah! Como eu gosto. Cheguem mais, que o prazer me alimenta.
Mas aprendi a gostar do que, de maneira diferente, concebi deuses que não me pertencem e estão no meu mundo rico, do que você não sabe, empobrecido pela subversão esperançado pela viciosa consideração do autruísmo, que não esqueci.
Esbórnia, sua rica pobreza
![]() |
| Na noite, sem fundamentos, na base ou com elementos, à você, meu silêncio |
meus dentes, Apolônia, e o meu silêncio
Para poucos eu desejo a sorte, saber decifrar
para muitos meu desprezo, peito, calo, morro, prazer
Ah, mãe! Inferno é a prosa dos infernos
Que teu calor não é nada desprezível
ah, fúria silenciada. Sem frestas, sem luz
É a loucura?
ela, pura
E queira morrer, não brilhe a sua luz
Que de tanto querer bem
pobre Matusalém perdeu por não esperar
Acredita na boa vida,
tanto lido,
também vai perder, como ato,
defecar o amor como não
Se fosse possível
(Mas) deite-se pobre
porco
Pirralho
Peite seu belo sorriso
acabe-se na sua verdade
Com ela
acorde
E pensar que derrotei
um já derrotado Jaguadarte
Oh! Lástima
leve certeza de morrer feliz
Adeus ri
cós
Sãs minhas marcas
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Alguém explica, eu sei
A gente bebe, nem que seja água. A gente ri respirando esse ar puro de
toxinas de cigarros e outros instrumentos mecânicos; faz a benfeitoria do dia,
mesmo sendo nessa o primeiro sorriso do dia. Mas veja, a satisfação plena sempre
depende do outro, confirmando a máxima de que pode você cortar os pulsos quando quiser.
Se o espelho quebra e as águas secam, como você se olha?
Caos, sede?
Se o espelho quebra e as águas secam, como você se olha?
Caos, sede?
Não há novidades.
Seu trocar deus, pensamentos para o bem ou para o mal
Depende do conjunto ao qual você se dedique.
Os sinceros dificilmente se inclinarão,
alguns se arrependerão.
Os radicais jamais o farão, será uma rebelião ou aceitação total
Poesia a parte, viver nunca foi tão semi-rústico sob a perspectiva de ser o homem passível de substituição carnal, como é, e de acreditar ser necessária a validade da questão para que sejam justificadas as ações ditas positivas de suas ações: humanidade.
A proprietária é a palavra. Que define nós, homens que ultrapassamos o disponível e desejamos mais. A propriedade somos nós. A atitude, eterna inconveniência.
Sadomasoquistas, é mentira?
quinta-feira, 28 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
À Rosa
Não duvido de andarem com suas fés apaziguadas
Não entendo é o porquê disso
Fé
Se você acha que acordar amanhã é algo que acontece, não que ocorre;
Que viver é só,
unilateral
é
Que ver é uma obrigação e que olhar é opção;
Que amar é escolha e odiar
o caminho
A amizade é descartável e coleguismo
tendência.
Que embriaguez é erro
e ebriez
Você nem
Inteligência
mesmo
sabedoria
Eu lamento
Só aqui
Depois rir antes ir
Depois não incomode, não se incomode
morto
O hoje
Você vai negar
A tendência da rosa
Não entendo é o porquê disso
Fé
Se você acha que acordar amanhã é algo que acontece, não que ocorre;
Que viver é só,
unilateral
é
Que ver é uma obrigação e que olhar é opção;
Que amar é escolha e odiar
o caminho
A amizade é descartável e coleguismo
tendência.
Que embriaguez é erro
e ebriez
Você nem
Inteligência
mesmo
sabedoria
Eu lamento
Só aqui
Depois rir antes ir
Depois não incomode, não se incomode
morto
O hoje
Você vai negar
A tendência da rosa
terça-feira, 5 de março de 2013
Vernáculo
Seu desprezo já preteri
Você já
suplantei
Minha felicidade
não
omiti
de prazeres
eu sou feliz
O vernáculo é
quem nos diz:
impreterível é o saber
inadiável
inadiável
é o amanhã sem você,
sem mim
Preterir, v. tr. dir. Deixar de parte; desprezar; omitir; deixar, sem motivo legal, de promover a posto ou emprego; ocupar indevidamente posto ou lugar que cabia a (outrem); ser empregado indevidamente em lugar de: o barbarismo detalhe frequentemente pretere o termo vernáculo pormenor; suplantar. (Conjuga-se com o verbo aderir).
Suplantar, v. tr. dir. Meter debaixo dos pés; calcar; pisar, derribar; (fig.) vencer; levar vantagem a; exceder; ser superior a; dominar; humilhar. (Do lat. supplantare)."
Fonte: Dicionário Brasileiro Globo
segunda-feira, 4 de março de 2013
Qual foi
Bela é a liberdade tão quanto a definição de
beleza – a sua quando não fede, quando não vomito, quando não me faz vomitar,
que não gozo nenhum pouco. Belo é o gozo, tão belo quanto você ajoelhado
implorando perdão pela ignorância que o deus permitiu atuar e que te fez aproveitador quase nato.
Oh! beleza, oh! liberdade, oh! Gozo.
E queiramos, deuses, nossos raios e trovões iluminarem
o que há debaixo do veu a terra fria, seca e quente. Que ferva numa umidade
ímpar, que húmus algum não possa não germinar. Que primeiro ordinário, torne-se terceiro: o ordinário.
Náusea é o que sinto.
Assinar:
Postagens (Atom)
