Bela é a liberdade tão quanto a definição de
beleza – a sua quando não fede, quando não vomito, quando não me faz vomitar,
que não gozo nenhum pouco. Belo é o gozo, tão belo quanto você ajoelhado
implorando perdão pela ignorância que o deus permitiu atuar e que te fez aproveitador quase nato.
Oh! beleza, oh! liberdade, oh! Gozo.
E queiramos, deuses, nossos raios e trovões iluminarem
o que há debaixo do veu a terra fria, seca e quente. Que ferva numa umidade
ímpar, que húmus algum não possa não germinar. Que primeiro ordinário, torne-se terceiro: o ordinário.
Náusea é o que sinto.
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