segunda-feira, 4 de março de 2013

Qual foi



Bela é a liberdade tão quanto a definição de beleza – a sua quando não fede, quando não vomito, quando não me faz vomitar, que não gozo nenhum pouco. Belo é o gozo, tão belo quanto você ajoelhado implorando perdão pela ignorância que o deus permitiu atuar e que te fez aproveitador quase nato.

Oh! beleza, oh! liberdade, oh! Gozo.

E queiramos, deuses, nossos raios e trovões iluminarem o que há debaixo do veu a terra fria, seca e quente. Que ferva numa umidade ímpar, que húmus algum não possa não germinar. Que primeiro ordinário, torne-se terceiro: o ordinário.

Náusea é o que sinto.

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