Bom estar inspirado e também relembrar os momentos no incômodo de viver os novos. E a lembrança do que já foi é um calo a mais, precede os projetos do futuro, de prazeres, dissabores e loucuras... fomos presenteados com a vida.
sábado, 30 de abril de 2011
Inc(s)erto
domingo, 24 de abril de 2011
Ausência
Sofre quem quer, espera quem quer, luta quem quer, decepciona quem quer. O poder de discernir um sentimento e até um estado de espírito é exclusividade humana e portar-se, agir, proceder, são atos que só dependem de nós.
Quem nunca teve saudade dos tempos boêmios?
Sinto vontade de conhecimento e, mais ainda de usá-los. De ultrapassar o horizonte para o qual a flecha do Centauro (símbolo do meu signo) aponta com tanta sede de atingir sua meta.
Quem não quer viver intensamente todos os atuais e futuros tempos boêmios?
Tinha esquecido de como é bom escrever. Oi, blog!!!
(Carlos Drummond de Andrade)
domingo, 17 de outubro de 2010
Ab-Sinto
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Ralidade e rotina
sábado, 2 de outubro de 2010
5ª categoria?
Temos que aprender que viver acontece apenas uma vez. E que na nossa oportunidade devemos aproveitar o máximo que pudermos com diversão, com carinho, com amor, com relacionamentos (não doentios, por favor), com tudo que esse mundo possa nos oferecer, até trabalho
Quantos sábados eu passei por ai nas ruas, nos bares, casebres, nas mansões e nas favelas? Conheço todos. E, por incrível que pareça, realmente, todos, até os barões, sabem tragar uma boa festa. E que festa... Se estes sabem, imagine os aqueles... Magnatas do mercado negro (rotulado assim pelos outros).
Esses "outros" sabem mais ainda!
Não gosto das categorias, mas acabo aproveitando todas por conta das circunstâncias que a realidade me faz vivenciar. O ser humano tem mais a oferecer. Acredito nisto!
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Faz valer
"Cada vez mais descobriremos nossas próprias verdades e nosso modo próprio de falar, e essa nova voz estará despojada de velhas histórias, de velhos costumes, de sonhos velhos e inúteis..."
Acho que ainda não vivi o suficiente para esquecer certas coisas. Pra mim elas ainda parecem ser importantes, apesar de que gostaria muito de esquecê-las substituindo por outras mais legais. Novos sonhos concretizados são sempre bem vindos, você não acha?
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Oi, blog, olá pessoal!
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Coincidências?

domingo, 29 de março de 2009
Amigos
A gente esquece de que amigos não existem, ou sim, mas momentaneamente. É coisa fugaz. É coisa da nossa cabeça. É necessidade de não estar só. É necessidade básica do ser humano: fofocar, tirar uma onda, sorrir, às vezes beijar, quem sabe transar e depois dizer adeus e ir em busca de novos horizontes (amigos).
Por algum acaso estou enganado ao dizer que de vez em quando a gente para na rua e indaga um desconhecido dizendo: “cuidado, ‘amigo’, essa rua é perigosa”, “ei, ‘amigo’, me diz ai a hora, por favor”, todos são amigos... Ampliando os horizontes. Conhecendo pessoas, ou pelo menos tentando um inicio de contato, para que então, futuramente, possamos fofocar, tirar uma onda, sorrir, as vezes beijar, quem sabe transar e, depois dizer adeus e ir em busca de novos horizontes (amigos).
Ei, amigo, você poderia(...)?
Quero entender o que aflige o homem. Quero entender o que me deixa perturbado se a realidade é que nunca levei a sério o que é realidade. Por favor, parem o tempo! Revertam o tempo! Não quero entrar na pré-adolescencia, justo agora que estava me divertindo tanto com minha infância. Não quero agora, nesse momento!
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Vem
Descobri que insônia mata. Mata a alma, mata o corpo, mata a mente, mata a gente. Descobri que nela se encontra a pior forma de se descobrir o quanto você pode representar tudo ou nada na vida de alguém. Descobri através dela que meus amigos não passam de passa tempo, tanto em relação de mim para eles, quanto deles para mim; e que conselhos, quando conseguimos captar, são a forma mais sensata de se enxergar os melhores caminhos para se seguir adiante.
A insônia me mostrou o quanto sou importante para alguém, me mostrou o quanto eu não valho nada, me fez me assistir do lado de fora, me fez ver o quanto eu sou importante para alguém e sim, eu valho muito, ora essa!
A insônia me fez ver que todos temos um potencial, que todos podemos ser o que quisermos ser. Ela me fez ler, ela me trouxe essa iminência de coisas que agora escrevo e, esporadicamente, vão saindo.
Agora acabou. Preciso novamente deitar.
