sábado, 30 de abril de 2011

Inc(s)erto



A seda o abrigo a erva o recheio que enche a mente de propósitos e vontades a serem realizados num futuro inc(s)erto


domingo, 24 de abril de 2011

Ausência



Foto: Sofy Sá

Falar gera mais consequências que pensar em falar, logo agir é ter a certeza da espera de um retorno das consequências do ato; não agir é uma atitude ainda mais delicada de se tomar. Tanto acarreta em coisas positivas, quanto em negativas.


Sofre quem quer, espera quem quer, luta quem quer, decepciona quem quer. O poder de discernir um sentimento e até um estado de espírito é exclusividade humana e portar-se, agir, proceder, são atos que só dependem de nós.


Quem nunca teve saudade dos tempos boêmios?


Sinto vontade de conhecimento e, mais ainda de usá-los. De ultrapassar o horizonte para o qual a flecha do Centauro (símbolo do meu signo) aponta com tanta sede de atingir sua meta.


Quem não quer viver intensamente todos os atuais e futuros tempos boêmios?


Tinha esquecido de como é bom escrever. Oi, blog!!!



“Por muito tempo achei que ausência é falta. E lastimava, ignorante, a falta. Hoje não a lastimo. Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim. Sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada em meus braços, que rio e danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa assimilada, ninguém a rouba mais de mim”.

(Carlos Drummond de Andrade)


domingo, 17 de outubro de 2010

Ab-Sinto

Estar embriagado é eximir-se e abster-se das imperfeições que o mundo nos obriga a enxergar. O problema é quando a gente acorda do porre, porque tudo volta ao normal. Daí a vontade de voltar ao mundo da perfeição é inegável e acabamos voltando para a ilha de Utopia. Lá todos somos felizes, bora?

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Ralidade e rotina

"Cada ser humano é um universo". Cada qual com seu valor, todos singulares. Aracaju foi bom demais! Ponto de Equilíbrio foi o descanso. Sinto saudade de todos que conheci e que já conhecia. Mas teve uma pessoa em especial que me chamou atenção! Yanayá você muito foda! Não tenho palavras para te descrever. Só tenho a agradecer pelos momentos de altos risos, tomando caldo de cana! kkkkk Momentos que mesmo a morte ousada a atacar, até o último dia estarão na minha memória. Em breve estou de volta.

sábado, 2 de outubro de 2010

5ª categoria?

Dizem que muitas atitudes que tomamos quando temos entre 15 e 18 anos são decisões precipitadas. Mas acho que essas pessoas se enganam ou então não foram felizes quando tiveram essa idade. Queria mais era sair, reviver tempos em que estive num canto e depois me deparei em outro, assim sem perceber!

Temos que aprender que viver acontece apenas uma vez. E que na nossa oportunidade devemos aproveitar o máximo que pudermos com diversão, com carinho, com amor, com relacionamentos (não doentios, por favor), com tudo que esse mundo possa nos oferecer, até trabalho

*ainda creio que um dia possamos viver em paz sem ele!

Quantos sábados eu passei por ai nas ruas, nos bares, casebres, nas mansões e nas favelas? Conheço todos. E, por incrível que pareça, realmente, todos, até os barões, sabem tragar uma boa festa. E que festa... Se estes sabem, imagine os aqueles... Magnatas do mercado negro (rotulado assim pelos outros).

Esses "outros" sabem mais ainda!

Não gosto das categorias, mas acabo aproveitando todas por conta das circunstâncias que a realidade me faz vivenciar. O ser humano tem mais a oferecer. Acredito nisto!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Faz valer

Felicidade. É como esta que me toma neste momento. Antes iria começar este texto de uma maneira fria, sem nexo, quase forçada. Mas acabei de receber uma ligação que me deixou feliz. Nem conheço você, mas você me deixa sorrindo à toa. Nem sei se você é como diz ser, mas mesmo assim prefiro acreditar naquilo que você diz. De vez em quando é bom sonhar e viver o que se pensa, ainda que sozinho. Continuo a viver meus antigos sonhos inúteis. Ao contrário do que o mestre Bukowski diria:


"Cada vez mais descobriremos nossas próprias verdades e nosso modo próprio de falar, e essa nova voz estará despojada de velhas histórias, de velhos costumes, de sonhos velhos e inúteis..."


Acho que ainda não vivi o suficiente para esquecer certas coisas. Pra mim elas ainda parecem ser importantes, apesar de que gostaria muito de esquecê-las substituindo por outras mais legais. Novos sonhos concretizados são sempre bem vindos, você não acha?

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Oi, blog, olá pessoal!


Há muito tempo não vim aqui desabafar meus pensamentos e ideias malucas. Ideias. Assim mesmo, sem o acento. A língua portuguesa passou por mudanças. Algumas drásticas, outras nem tanto. E assim como a língua, os pensamentos, os costumes e as pessoas também mudam. Elas mudam internamente, mudam externamente e mudam do externo.
Por falar em mudanças, uma nova fase da política nacional está em transição de... olha só: MUDANÇA.
É preciso que saibamos escolher entre o que realmente é bom pra gente, o que parece ser bom e o que não é bom. Uma decisão difícil, mas que deve ser bem pensada antes de ser realizada.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Coincidências?


O mundo é tão pequeno as pessoas são tão iguais. Os sentimentos se cruzam em igualdade a cada esquina que vamos. Então qual o sentido de sermos tão egoístas? Por que ser tão soberbo ao ponto de achar que só nossas opiniões são as válidas.

A gente se acha o Máximo quando todos nos apóiam, quando todos dizem sim pra você mesmo quando você está errado. Mas custa alguma coisa crescer?

Não sabem os imaturos o quanto é bom enxergar a realidade.

Começar outro parágrafo de maneira incorreta seria um descuido... Com o tempo a gente aprende que ter dúvidas é algo natural, que a vida é um oceano, não um mar, de escolhas.
Entendam-me os bons!

domingo, 29 de março de 2009

Amigos

Tem momentos que achamos não saber o que se passa conosco. Sentimo-nos sozinhos, sem amigos para compartilhar nossas angustias, para compartilhar nossas alegrias. E o que mais nos aflige é ter a certeza de que nada fizermos para merecer tal solidão. Afinal, de que é feito o ser humano? Quais são suas verdadeiras intenções para com os outros? Por que caminhamos como se estivéssemos usando uma viseira de burro? A gente sempre esquece de que não estamos sozinhos neste mundo e que há muito o que se descobrir.


A gente esquece de que amigos não existem, ou sim, mas momentaneamente. É coisa fugaz. É coisa da nossa cabeça. É necessidade de não estar só. É necessidade básica do ser humano: fofocar, tirar uma onda, sorrir, às vezes beijar, quem sabe transar e depois dizer adeus e ir em busca de novos horizontes (amigos).


Por algum acaso estou enganado ao dizer que de vez em quando a gente para na rua e indaga um desconhecido dizendo: “cuidado, ‘amigo’, essa rua é perigosa”, “ei, ‘amigo’, me diz ai a hora, por favor”, todos são amigos... Ampliando os horizontes. Conhecendo pessoas, ou pelo menos tentando um inicio de contato, para que então, futuramente, possamos fofocar, tirar uma onda, sorrir, as vezes beijar, quem sabe transar e, depois dizer adeus e ir em busca de novos horizontes (amigos).

Ei, amigo, você poderia(...)?

Quero entender o que aflige o homem. Quero entender o que me deixa perturbado se a realidade é que nunca levei a sério o que é realidade. Por favor, parem o tempo! Revertam o tempo! Não quero entrar na pré-adolescencia, justo agora que estava me divertindo tanto com minha infância. Não quero agora, nesse momento!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Vem

Descobri que insônia mata. Mata a alma, mata o corpo, mata a mente, mata a gente. Descobri que nela se encontra a pior forma de se descobrir o quanto você pode representar tudo ou nada na vida de alguém. Descobri através dela que meus amigos não passam de passa tempo, tanto em relação de mim para eles, quanto deles para mim; e que conselhos, quando conseguimos captar, são a forma mais sensata de se enxergar os melhores caminhos para se seguir adiante.

A insônia me mostrou o quanto sou importante para alguém, me mostrou o quanto eu não valho nada, me fez me assistir do lado de fora, me fez ver o quanto eu sou importante para alguém e sim, eu valho muito, ora essa!

A insônia me fez ver que todos temos um potencial, que todos podemos ser o que quisermos ser. Ela me fez ler, ela me trouxe essa iminência de coisas que agora escrevo e, esporadicamente, vão saindo.

Agora acabou. Preciso novamente deitar.