Bom estar inspirado e também relembrar os momentos no incômodo de viver os novos. E a lembrança do que já foi é um calo a mais, precede os projetos do futuro, de prazeres, dissabores e loucuras... fomos presenteados com a vida.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Faz valer
"Cada vez mais descobriremos nossas próprias verdades e nosso modo próprio de falar, e essa nova voz estará despojada de velhas histórias, de velhos costumes, de sonhos velhos e inúteis..."
Acho que ainda não vivi o suficiente para esquecer certas coisas. Pra mim elas ainda parecem ser importantes, apesar de que gostaria muito de esquecê-las substituindo por outras mais legais. Novos sonhos concretizados são sempre bem vindos, você não acha?
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Oi, blog, olá pessoal!
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Coincidências?

domingo, 29 de março de 2009
Amigos
A gente esquece de que amigos não existem, ou sim, mas momentaneamente. É coisa fugaz. É coisa da nossa cabeça. É necessidade de não estar só. É necessidade básica do ser humano: fofocar, tirar uma onda, sorrir, às vezes beijar, quem sabe transar e depois dizer adeus e ir em busca de novos horizontes (amigos).
Por algum acaso estou enganado ao dizer que de vez em quando a gente para na rua e indaga um desconhecido dizendo: “cuidado, ‘amigo’, essa rua é perigosa”, “ei, ‘amigo’, me diz ai a hora, por favor”, todos são amigos... Ampliando os horizontes. Conhecendo pessoas, ou pelo menos tentando um inicio de contato, para que então, futuramente, possamos fofocar, tirar uma onda, sorrir, as vezes beijar, quem sabe transar e, depois dizer adeus e ir em busca de novos horizontes (amigos).
Ei, amigo, você poderia(...)?
Quero entender o que aflige o homem. Quero entender o que me deixa perturbado se a realidade é que nunca levei a sério o que é realidade. Por favor, parem o tempo! Revertam o tempo! Não quero entrar na pré-adolescencia, justo agora que estava me divertindo tanto com minha infância. Não quero agora, nesse momento!
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Vem
Descobri que insônia mata. Mata a alma, mata o corpo, mata a mente, mata a gente. Descobri que nela se encontra a pior forma de se descobrir o quanto você pode representar tudo ou nada na vida de alguém. Descobri através dela que meus amigos não passam de passa tempo, tanto em relação de mim para eles, quanto deles para mim; e que conselhos, quando conseguimos captar, são a forma mais sensata de se enxergar os melhores caminhos para se seguir adiante.
A insônia me mostrou o quanto sou importante para alguém, me mostrou o quanto eu não valho nada, me fez me assistir do lado de fora, me fez ver o quanto eu sou importante para alguém e sim, eu valho muito, ora essa!
A insônia me fez ver que todos temos um potencial, que todos podemos ser o que quisermos ser. Ela me fez ler, ela me trouxe essa iminência de coisas que agora escrevo e, esporadicamente, vão saindo.
Agora acabou. Preciso novamente deitar.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Lembranças de uma vida pouco vivida
Lembro-me de outro dia, viajando a Salvador, o dia em que conheci minha ternura, Jaque, tudo muito estranho, esquisito, eu me auto-denominando doido (pela primeira vez), acho que foi ali que eu percebi o quanto a vida é passageira e precisa ser aproveitada ao máximo, lembro-me de que passei um pouco dessa loucura para algumas pessoas que aproveitaram comigo e hoje são outras pessoas: diferentes, destemidas, que aproveitam, assim como eu acho que sou hoje.
Em Salvador não curtimos Salvador. Só uma pequena faixa, ali em Ondina, vendo aquelas águas feias batendo nas pedras. Era um encontro de norte, sudeste, centro-oeste, Nordeste... Enfim, o sul não quis aparecer. Azar o deles. Perderam a melhor festa que poderiam curtir um dia. Conhecemos pessoas novas, que até hoje tenho contato, brincamos muitos, pulamos muito, corremos muito, Jaque casou. Sim, ela casou! Mas depois ela voltou ao normal e descasou. Pessoas perderam a “virgindade”, outras perderam o pudor. Foi tudo perfeito. Nada como um bom encontro de adolescentes, de comunicação, de quase todo Brasil, reunidos em Salvador.
Sinto saudades desse tempo que não volta. Nem voltará. Por isso que as coisas vão perdendo o sentido de terem acontecido: porque é como se não tivessem acontecido. A gente esquece, a gente faz desse momento uma página virada que às vezes nem vale a pena rever (para alguns).
Mas enfim... já que revi, é bom lembrar dos momentos bons: TODOS os momentos foram bons! A queda da Marina, a corrida da Renata, a cachaçada da mesma, a Sâmalla todas as manhãs me acordando com sua voz doce kkkkkkkkkk, entre tantas outras coisas que nesse momento me falha a memória para poder escrever.
Sinto saudades, apesar de tudo.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Decisão
Se estou, certo ou se estou errado, não sei. Nossas escolhas são muito complicadas. Mas os frutos colhemos depois.
Não sei como será daqui pra frente, talvez [amorosamente falando] permaneça só. Talvez alguém que me entenda (um amigo, por favor) apareça [permaneça] na minha vida e me faça feliz do jeito que eu mereço.
Pretensões. Não peço nada de extraordinário, não peço o 100 por cento, somente o que me faça bem e feliz - quem sabe seja sim preciso de 100%?
Peço atenção, peço alguém que me diga o que está acontecendo, peço alguém que CONVERSE comigo, alguém que queria estar comigo em minhas atividades, não sempre, mas sempre que possível.
Peço um AMIGO.
Afinal, não é assim que funciona uma relação?
Quero o que é bom pra mim, e o que é bom pra você, futuro. Quero viver a vida da maneira que vós planejares! Sei que teus planos mudam em proporção às coisas que vão acontecendo.
(Atualizado em 11/01/2012)
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Estações
Era esse o pensamento que me vinha agora no caminho da faculdade pra casa. Acho que sei o porquê dessa reflexão momentânea. Certamente venho passando, inconscientemente, por um processo de aprendizagem em relação à muitas coisas. Cada situação, cada palavra, cada gesto, cada mimo, cada olhar, quer dizer sempre muita coisa para nós.
A carência é algo que, quando acontece, torna-se impossível de se resistir e, muitas vezes ela pode ser fatal, quando introduzida dentro de uma relação seja ela uma relação de amizade ou amorosa ou familiar. Não há nada pior do que você se sentir sozinho, querendo um amparo e, então, se encontrar sozinho novamente, longe da proteção da pessoa querida.
Se, quando se trata de pessoas distantes de nós é angustiante, imagine então quando essa pessoa está ao seu lado e você a vê todo dia, toda noite, na hora de dormir, mas não tem esse contato crucial. Eu, então, para poder fugir dessas situações venho me permitindo ser como era antes, o Alain que gosta do que é reto, certo.
Eu descido entre o certo e o errado na concepção da sociedade e o certo e o errado na minha própria concepção. Tenho meus vinte anos hoje. Em breve, daqui a quatro dias chego em mais uma primavera dessa minha vida gelada, quente, sombria e colorida novamente.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Serra da Barriga - encontro com a paz
Agora eu já sei: A Serra da Barriga fica logo ali. Conhecer os passos de Zumbi e os negros do Quilombo dos Palmares foi algo que mexeu comigo, me fez pensar, refletir sobre a vida, sobre o futuro, sobre minha forma de sambar sobre a própria vida, lá descobri que a união, tal qual diz o nome da cidade, faz a força e a luta é imprescindível para quem almeja a realização de um sonho. Hoje, a consciência negra é sinônimo dessa luta, é sinônimo do alcance do sonho que tiveram vários negros, não só os que habitaram a Serra da Barriga, mas todos os outros que viveram e vivem por ai espalhados pelo mundo, sonho esse que consiste na concretização do respeito, valorização e consideração do valor que tem o povo negro
Obrigado à COJIRA (Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial) que me proporcionou essa viagem que foi muito importante para o meu crescimento pessoal. Desde a chegada, logo cedo, no sindicato, já vi o quanto seria interessante este passeio. A presença de Luziane, Jaqueline, André e Emanuelle Karen já me garantiam a certeza de que seria bastante proveitosa a viagem. De repente surgem Erna e outra Emanuelle, a Emanuelle Vanderlei, esta que me deu o prazer de sua companhia e compartilhou comigo opiniões importantes sobre um assunto que ainda hoje não deixa de ser polêmico: A legalização da Maconha. Legalizar, pra que? Essa era a questão. Realmente vários pontos devem ser analisados, várias propostas devem ser vistas, a corrupção deve ser abolida, o tráfico deve acabar. Esses eram os pontos convergentes. Em contrapartida, notamos o quão importante para a sobrevivência dos próprios traficantes é a venda da maconha. Pra que ser c
Olhem o local de moradia, o poder aquisitivo dos “traficantes de ‘drogas’” e olhem o local de moradia dos traficantes de dinheiro, hipocrisia e falta de vergonha. Abra sua cabeça, enxergue mais adiante. O fato é que Emanuelle, a nova Manu que entrou em minha vida foi, e
Lembra, Jaque, da briga efêmera que tivemos? Foi interessante, seu estresse foi engraçado, mas logo logo estávamos ali abraçados, rindo, fotografando e filmando o mirante no mirante, lindo, no meio do nada, gritando o grito que há 400 anos os negros que ali habitavam gritaram: LIBERDADE!, PAZ! Tudo pra mim é inesquecível, mas mesmo assim, ainda bem que temos as fotos e os vídeos não é? Quero muito ver sempre tudo que aprontamos nesse dia 30 de novembro de 2008. Quero lembrar das musicas do André, que surgem de maneira agradável nas horas mais sugestivas possíveis. Músicas que, na maioria das vezes só ele sabe cantar, mas que de certa forma, a gente acaba aprendendo e tudo acaba se tornando uma viagem sublime, de outro mundo.
Quero lembrar da Luzi... Luzi, impossível de se esquecer, só em olhar pra ela, estou certo de que já estou na história da humanidade. Você vai muito mais longe do que você pensa. Luzi
Melhores momentos
Luziane, Jaqueline, André, Emanuelle Vanderlei, Emanuelle Karen, Erna Raisa, o rapaz que parecia uma alma. Além disso, o encontro com a banda valeu muito a pena. Lugares da serra que marcaram Mirantes, o lago, a árvore sagrada, o banquinho em frente o lago, o bar, a ladeira, o laranjal, novamente os mirantes. A noite Durante a volta foi só descanso, algumas últimas fotografias, um pouco de Nelson Rodrigues foi lido, ele também foi lembrado. A vida como ela é. Minha vida é uma arte, é uma história que poderia ser quadrinhos, apesar de preferir um extenso filme. Chegamos por fim em nosso destino. É chato quando tudo o que foi bom acaba. É triste, mas, pensando de certa forma, é um descanso, é um alívio voltar a si, ao seu verdadeiro mundo. Reencontrar a realidade tal qual ela é, é fundamental também para o nosso crescimento pessoal. Senti muita saudade de muita gente, lá de cima da Serra. Pensava comigo: Poxa vida, fulano adoraria ver isso aqui, cicrano ia rir muito com isso aqui, beltrano ia aprender muita coisa com isso. De fato, todo mundo merece ver e ouvir aquilo que vimos e ouvimos. Por fim, o Jaraguá foi o último destino nosso. Vimos a mostra de bonecos do Sesc. Tudo muito calmo, infantil e criativo. Nada como mais calmaria após um dia de calma e paz interior. E, no meu caso, nada como após essa calmaria encontrar a pessoa que você tanto ama, melhor ainda se ela for sinônimo, justamente, de calma e paz. Eu dormi com a calma, eu dormi com a paz. Tudo pra mim, nesse dia, foi maravilhoso.
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Esporadicamente falando...
Mas comigo, felizmente as coisas não ocorreram assim. Já cometi inúmeros erros na minha vida, não me arrependo deles. A quantidade de acertos certamente foram maiores. Mas no final da dificuldade, descobrimos que nos tornamos um pouco mais maduro, mais seguro para aprender com um novo erro.
Isso é seguir.
Ontem reencontrei a "alegria" em pessoa! Ela veio no seu monza (?) azul prateado e nos levou pra passear. Meu Deus que passeio! De fato fui muito feliz por vários momentos, sua presença era de anestesiar. A alegria da "alegria" não perdoava e contagiava a quem ousasse chegar perto.
Foi ótima a hora em que todos, contagiados, se sentiram perdidos dentro do aconchegante monza (?) azul. Além da tal "alegria", estava comigo a Jaque. Além dela, o parceiro Rodrigo, que mostrou onde estava a paz perdida. Rsrsrs, foi como melhor pude definir vocês! Kkkk...
Enfim, relembramos de antigas viagens, coisas aprontadas, pessoas que conhecemos, lugares exóticos por onde passamos, músicas que ouvimos, loucura que fizemos (apesar de nesse exato momento já estarmos fazendo uma), além das festas as quais participamos. Um pouco de nostalgia não faz mal a ninguém, pelo contrário, é fundamental, faz bem pro ego. Ou não sabia que o ego precisa ser alimentado? Pois é. Me senti muito bem, importante. Adoro estar com essas pessoas naquele clima onde reinava uma pitada de harmonia e, pra variar, duas pitadas de loucura. Essa cidade realmente “é um ovo”. Revi quem não via há uma semana, revi quem não via há 2 meses, estudei... muito, poderia ter sido mais, mas isso, depois a gente resolve.