terça-feira, 28 de setembro de 2010

Faz valer

Felicidade. É como esta que me toma neste momento. Antes iria começar este texto de uma maneira fria, sem nexo, quase forçada. Mas acabei de receber uma ligação que me deixou feliz. Nem conheço você, mas você me deixa sorrindo à toa. Nem sei se você é como diz ser, mas mesmo assim prefiro acreditar naquilo que você diz. De vez em quando é bom sonhar e viver o que se pensa, ainda que sozinho. Continuo a viver meus antigos sonhos inúteis. Ao contrário do que o mestre Bukowski diria:


"Cada vez mais descobriremos nossas próprias verdades e nosso modo próprio de falar, e essa nova voz estará despojada de velhas histórias, de velhos costumes, de sonhos velhos e inúteis..."


Acho que ainda não vivi o suficiente para esquecer certas coisas. Pra mim elas ainda parecem ser importantes, apesar de que gostaria muito de esquecê-las substituindo por outras mais legais. Novos sonhos concretizados são sempre bem vindos, você não acha?

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Oi, blog, olá pessoal!


Há muito tempo não vim aqui desabafar meus pensamentos e ideias malucas. Ideias. Assim mesmo, sem o acento. A língua portuguesa passou por mudanças. Algumas drásticas, outras nem tanto. E assim como a língua, os pensamentos, os costumes e as pessoas também mudam. Elas mudam internamente, mudam externamente e mudam do externo.
Por falar em mudanças, uma nova fase da política nacional está em transição de... olha só: MUDANÇA.
É preciso que saibamos escolher entre o que realmente é bom pra gente, o que parece ser bom e o que não é bom. Uma decisão difícil, mas que deve ser bem pensada antes de ser realizada.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Coincidências?


O mundo é tão pequeno as pessoas são tão iguais. Os sentimentos se cruzam em igualdade a cada esquina que vamos. Então qual o sentido de sermos tão egoístas? Por que ser tão soberbo ao ponto de achar que só nossas opiniões são as válidas.

A gente se acha o Máximo quando todos nos apóiam, quando todos dizem sim pra você mesmo quando você está errado. Mas custa alguma coisa crescer?

Não sabem os imaturos o quanto é bom enxergar a realidade.

Começar outro parágrafo de maneira incorreta seria um descuido... Com o tempo a gente aprende que ter dúvidas é algo natural, que a vida é um oceano, não um mar, de escolhas.
Entendam-me os bons!

domingo, 29 de março de 2009

Amigos

Tem momentos que achamos não saber o que se passa conosco. Sentimo-nos sozinhos, sem amigos para compartilhar nossas angustias, para compartilhar nossas alegrias. E o que mais nos aflige é ter a certeza de que nada fizermos para merecer tal solidão. Afinal, de que é feito o ser humano? Quais são suas verdadeiras intenções para com os outros? Por que caminhamos como se estivéssemos usando uma viseira de burro? A gente sempre esquece de que não estamos sozinhos neste mundo e que há muito o que se descobrir.


A gente esquece de que amigos não existem, ou sim, mas momentaneamente. É coisa fugaz. É coisa da nossa cabeça. É necessidade de não estar só. É necessidade básica do ser humano: fofocar, tirar uma onda, sorrir, às vezes beijar, quem sabe transar e depois dizer adeus e ir em busca de novos horizontes (amigos).


Por algum acaso estou enganado ao dizer que de vez em quando a gente para na rua e indaga um desconhecido dizendo: “cuidado, ‘amigo’, essa rua é perigosa”, “ei, ‘amigo’, me diz ai a hora, por favor”, todos são amigos... Ampliando os horizontes. Conhecendo pessoas, ou pelo menos tentando um inicio de contato, para que então, futuramente, possamos fofocar, tirar uma onda, sorrir, as vezes beijar, quem sabe transar e, depois dizer adeus e ir em busca de novos horizontes (amigos).

Ei, amigo, você poderia(...)?

Quero entender o que aflige o homem. Quero entender o que me deixa perturbado se a realidade é que nunca levei a sério o que é realidade. Por favor, parem o tempo! Revertam o tempo! Não quero entrar na pré-adolescencia, justo agora que estava me divertindo tanto com minha infância. Não quero agora, nesse momento!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Vem

Descobri que insônia mata. Mata a alma, mata o corpo, mata a mente, mata a gente. Descobri que nela se encontra a pior forma de se descobrir o quanto você pode representar tudo ou nada na vida de alguém. Descobri através dela que meus amigos não passam de passa tempo, tanto em relação de mim para eles, quanto deles para mim; e que conselhos, quando conseguimos captar, são a forma mais sensata de se enxergar os melhores caminhos para se seguir adiante.

A insônia me mostrou o quanto sou importante para alguém, me mostrou o quanto eu não valho nada, me fez me assistir do lado de fora, me fez ver o quanto eu sou importante para alguém e sim, eu valho muito, ora essa!

A insônia me fez ver que todos temos um potencial, que todos podemos ser o que quisermos ser. Ela me fez ler, ela me trouxe essa iminência de coisas que agora escrevo e, esporadicamente, vão saindo.

Agora acabou. Preciso novamente deitar.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Lembranças de uma vida pouco vivida

A medida que o tempo passa, as coisas vão perdendo um pouco o sentido de terem acontecido um dia. Tudo na nossa vida é tão passageiro, tão fugaz. Por isso acho importante curtir cada momento como se fossem os últimos de nossas vidas e acho desnecessários arrependimentos póstumos.


Lembro-me de outro dia, viajando a Salvador, o dia em que conheci minha ternura, Jaque, tudo muito estranho, esquisito, eu me auto-denominando doido (pela primeira vez), acho que foi ali que eu percebi o quanto a vida é passageira e precisa ser aproveitada ao máximo, lembro-me de que passei um pouco dessa loucura para algumas pessoas que aproveitaram comigo e hoje são outras pessoas: diferentes, destemidas, que aproveitam, assim como eu acho que sou hoje.


Em Salvador não curtimos Salvador. Só uma pequena faixa, ali em Ondina, vendo aquelas águas feias batendo nas pedras. Era um encontro de norte, sudeste, centro-oeste, Nordeste... Enfim, o sul não quis aparecer. Azar o deles. Perderam a melhor festa que poderiam curtir um dia. Conhecemos pessoas novas, que até hoje tenho contato, brincamos muitos, pulamos muito, corremos muito, Jaque casou. Sim, ela casou! Mas depois ela voltou ao normal e descasou. Pessoas perderam a “virgindade”, outras perderam o pudor. Foi tudo perfeito. Nada como um bom encontro de adolescentes, de comunicação, de quase todo Brasil, reunidos em Salvador.


Sinto saudades desse tempo que não volta. Nem voltará. Por isso que as coisas vão perdendo o sentido de terem acontecido: porque é como se não tivessem acontecido. A gente esquece, a gente faz desse momento uma página virada que às vezes nem vale a pena rever (para alguns).


Mas enfim... já que revi, é bom lembrar dos momentos bons: TODOS os momentos foram bons! A queda da Marina, a corrida da Renata, a cachaçada da mesma, a Sâmalla todas as manhãs me acordando com sua voz doce kkkkkkkkkk, entre tantas outras coisas que nesse momento me falha a memória para poder escrever.

Sinto saudades, apesar de tudo.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Decisão


Como é possível estar na presença de alguém que você ama e ao mesmo tempo se ver sozinho? Para estar só, basta preferir está só, escolher, facilitar essa possibilidade.

Se estou, certo ou se estou errado, não sei. Nossas escolhas são muito complicadas. Mas os frutos colhemos depois.


Não sei como será daqui pra frente, talvez [amorosamente falando] permaneça só. Talvez alguém que me entenda (um amigo, por favor) apareça [permaneça] na minha vida e me faça feliz do jeito que eu mereço.


Pretensões. Não peço nada de extraordinário, não peço o 100 por cento, somente o que me faça bem e feliz - quem sabe seja sim preciso de 100%?

Peço atenção, peço alguém que me diga o que está acontecendo, peço alguém que CONVERSE comigo, alguém que queria estar comigo em minhas atividades, não sempre, mas sempre que possível.

Peço um AMIGO.


Afinal, não é assim que funciona uma relação?

Quero o que é bom pra mim, e o que é bom pra você, futuro. Quero viver a vida da maneira que vós planejares! Sei que teus planos mudam em proporção às coisas que vão acontecendo.


(Atualizado em 11/01/2012)

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Estações

"Ei rapaz, qual é?
Tu não precisa pensar muito pra poder enxergar o óbvio!
Se liga, senão tuas chances vão escapar de tu, assim como água consegue escapar entre os dedos."


Era esse o pensamento que me vinha agora no caminho da faculdade pra casa. Acho que sei o porquê dessa reflexão momentânea. Certamente venho passando, inconscientemente, por um processo de aprendizagem em relação à muitas coisas. Cada situação, cada palavra, cada gesto, cada mimo, cada olhar, quer dizer sempre muita coisa para nós.


A carência é algo que, quando acontece, torna-se impossível de se resistir e, muitas vezes ela pode ser fatal, quando introduzida dentro de uma relação seja ela uma relação de amizade ou amorosa ou familiar. Não há nada pior do que você se sentir sozinho, querendo um amparo e, então, se encontrar sozinho novamente, longe da proteção da pessoa querida.


Se, quando se trata de pessoas distantes de nós é angustiante, imagine então quando essa pessoa está ao seu lado e você a vê todo dia, toda noite, na hora de dormir, mas não tem esse contato crucial. Eu, então, para poder fugir dessas situações venho me permitindo ser como era antes, o Alain que gosta do que é reto, certo.

Eu descido entre o certo e o errado na concepção da sociedade e o certo e o errado na minha própria concepção. Tenho meus vinte anos hoje. Em breve, daqui a quatro dias chego em mais uma primavera dessa minha vida gelada, quente, sombria e colorida novamente.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Serra da Barriga - encontro com a paz


Pois é. Dá no que deu quando nós nos juntamos. É só festa, curtição, aprendizado. Muito bom estar na presença de quem nós amamos, não é? Ontem tive um dia de turista. Mais uma viagem pra minha vida inteira! E o melhor de tudo, fui conhecer um lugar que faz parte da história do meu povo. Não precisei ir tão longe para poder prestigiar cultura e beleza natural ao mesmo tempo.

Agora eu já sei: A Serra da Barriga fica logo ali. Conhecer os passos de Zumbi e os negros do Quilombo dos Palmares foi algo que mexeu comigo, me fez pensar, refletir sobre a vida, sobre o futuro, sobre minha forma de sambar sobre a própria vida, lá descobri que a união, tal qual diz o nome da cidade, faz a força e a luta é imprescindível para quem almeja a realização de um sonho. Hoje, a consciência negra é sinônimo dessa luta, é sinônimo do alcance do sonho que tiveram vários negros, não só os que habitaram a Serra da Barriga, mas todos os outros que viveram e vivem por ai espalhados pelo mundo, sonho esse que consiste na concretização do respeito, valorização e consideração do valor que tem o povo negro. Foi minha primeira visita ao local, pretendo retornar várias vezes. Senti paz, senti agonia, senti serenidade, senti amizade, senti união, senti algumas almas...

Obrigado à COJIRA (Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial) que me proporcionou essa viagem que foi muito importante para o meu crescimento pessoal. Desde a chegada, logo cedo, no sindicato, já vi o quanto seria interessante este passeio. A presença de Luziane, Jaqueline, André e Emanuelle Karen já me garantiam a certeza de que seria bastante proveitosa a viagem. De repente surgem Erna e outra Emanuelle, a Emanuelle Vanderlei, esta que me deu o prazer de sua companhia e compartilhou comigo opiniões importantes sobre um assunto que ainda hoje não deixa de ser polêmico: A legalização da Maconha. Legalizar, pra que? Essa era a questão. Realmente vários pontos devem ser analisados, várias propostas devem ser vistas, a corrupção deve ser abolida, o tráfico deve acabar. Esses eram os pontos convergentes. Em contrapartida, notamos o quão importante para a sobrevivência dos próprios traficantes é a venda da maconha. Pra que ser contra o tráfico se só dessa forma aquele cidadão encontrou um meio de sobrevivência diante da dificuldade que se tem de se encontrar um emprego? Se o uso da droga fosse liberado, não seria esse nome modificado de "tráfico" para "negócio", assim como negóciante autônomo, ou microempresário? Acho tudo hipocrisia. Creio que a politicagem ainda reina em nossa sociedade. É fato. Tantos outros traficantes e bandidos de colarinho branco estão à solta e adquirindo muito mais dinheiro ilícito, lavando este dinheiro e gastando em viagens caríssimas, comprando casas que valem milhões, barcos luxuosos que, provavelmente, só em sonho um vendedor de maconha irá possuir.

Olhem o local de moradia, o poder aquisitivo dos “traficantes de ‘drogas’” e olhem o local de moradia dos traficantes de dinheiro, hipocrisia e falta de vergonha. Abra sua cabeça, enxergue mais adiante. O fato é que Emanuelle, a nova Manu que entrou em minha vida foi, em demasia, A pessoa da viagem! Fotógrafa linda. Jornalista, formadora de opinião. Saiba que adoro pessoas inteligentes, adorei você. E mais adiante, durante o passeio, fomos discutindo sobre várias coisas, sobre música, sobre o que fazer assim que chegar lá. (Adivinha o consenso... Kkkkkkk...). A cervejinha gelada da Luzi foi fundamental, o som do André foi instigante e a calma da Jaque foi importante.

Lembra, Jaque, da briga efêmera que tivemos? Foi interessante, seu estresse foi engraçado, mas logo logo estávamos ali abraçados, rindo, fotografando e filmando o mirante no mirante, lindo, no meio do nada, gritando o grito que há 400 anos os negros que ali habitavam gritaram: LIBERDADE!, PAZ! Tudo pra mim é inesquecível, mas mesmo assim, ainda bem que temos as fotos e os vídeos não é? Quero muito ver sempre tudo que aprontamos nesse dia 30 de novembro de 2008. Quero lembrar das musicas do André, que surgem de maneira agradável nas horas mais sugestivas possíveis. Músicas que, na maioria das vezes só ele sabe cantar, mas que de certa forma, a gente acaba aprendendo e tudo acaba se tornando uma viagem sublime, de outro mundo.

Quero lembrar da Luzi... Luzi, impossível de se esquecer, só em olhar pra ela, estou certo de que já estou na história da humanidade. Você vai muito mais longe do que você pensa. Luzi Você lembra das nossas conversas? Lembra as minhas dicas? Lembra nossos gritos, nossas canas, nossas confidências, nossas discussões, nossas teimas um com o outro? Meu deus, já passamos por muita coisa! Adoro ouvir seu sotaque, adoro ouvir suas histórias, suas idéias. Você é muito especial pra mim. Me lembro bem quando, se vendo meio impossibilitada de tirar fotografias, você falou: “que pena que a máquina descarregou”. E, de súbito, você já consolou: “Ah, mas não tem problema, as melhores lembranças são aquelas que são bem vividas e ficam na memória”. Eu fico aqui lembrando e chegando à conclusão que as melhores lembranças são aquelas onde as melhores pessoas estão. Então você está em todas as minhas lembranças! Eu adoro você.

Melhores momentos

Luziane, Jaqueline, André, Emanuelle Vanderlei, Emanuelle Karen, Erna Raisa, o rapaz que parecia uma alma. Além disso, o encontro com a banda valeu muito a pena. Lugares da serra que marcaram Mirantes, o lago, a árvore sagrada, o banquinho em frente o lago, o bar, a ladeira, o laranjal, novamente os mirantes. A noite Durante a volta foi só descanso, algumas últimas fotografias, um pouco de Nelson Rodrigues foi lido, ele também foi lembrado. A vida como ela é. Minha vida é uma arte, é uma história que poderia ser quadrinhos, apesar de preferir um extenso filme. Chegamos por fim em nosso destino. É chato quando tudo o que foi bom acaba. É triste, mas, pensando de certa forma, é um descanso, é um alívio voltar a si, ao seu verdadeiro mundo. Reencontrar a realidade tal qual ela é, é fundamental também para o nosso crescimento pessoal. Senti muita saudade de muita gente, lá de cima da Serra. Pensava comigo: Poxa vida, fulano adoraria ver isso aqui, cicrano ia rir muito com isso aqui, beltrano ia aprender muita coisa com isso. De fato, todo mundo merece ver e ouvir aquilo que vimos e ouvimos. Por fim, o Jaraguá foi o último destino nosso. Vimos a mostra de bonecos do Sesc. Tudo muito calmo, infantil e criativo. Nada como mais calmaria após um dia de calma e paz interior. E, no meu caso, nada como após essa calmaria encontrar a pessoa que você tanto ama, melhor ainda se ela for sinônimo, justamente, de calma e paz. Eu dormi com a calma, eu dormi com a paz. Tudo pra mim, nesse dia, foi maravilhoso.
Obs.: Todas as fotos foram feitas por Emanuelle Vanderlei, exceto a que ela aparece, que foi feita por Erna Raisa.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Esporadicamente falando...


Venho há horas procurando um norte para começar a escrever esse texto. Tantas coisas aconteceram de dois dias pra cá. Não sei nem por onde começar. Foram reencontros, reatos, realizações. Nossa mente gosta de nos fazer girar em torno de várias opiniões que ela concede receber. Por conta disso, várias vezes tomamos decisões precipitadas e que não correspondem com as necessidades da alma.


Mas comigo, felizmente as coisas não ocorreram assim. Já cometi inúmeros erros na minha vida, não me arrependo deles. A quantidade de acertos certamente foram maiores. Mas no final da dificuldade, descobrimos que nos tornamos um pouco mais maduro, mais seguro para aprender com um novo erro.


Isso é seguir.


Ontem reencontrei a "alegria" em pessoa! Ela veio no seu monza (?) azul prateado e nos levou pra passear. Meu Deus que passeio! De fato fui muito feliz por vários momentos, sua presença era de anestesiar. A alegria da "alegria" não perdoava e contagiava a quem ousasse chegar perto.


Foi ótima a hora em que todos, contagiados, se sentiram perdidos dentro do aconchegante monza (?) azul. Além da tal "alegria", estava comigo a Jaque. Além dela, o parceiro Rodrigo, que mostrou onde estava a paz perdida. Rsrsrs, foi como melhor pude definir vocês! Kkkk...


Enfim, relembramos de antigas viagens, coisas aprontadas, pessoas que conhecemos, lugares exóticos por onde passamos, músicas que ouvimos, loucura que fizemos (apesar de nesse exato momento já estarmos fazendo uma), além das festas as quais participamos. Um pouco de nostalgia não faz mal a ninguém, pelo contrário, é fundamental, faz bem pro ego. Ou não sabia que o ego precisa ser alimentado? Pois é. Me senti muito bem, importante. Adoro estar com essas pessoas naquele clima onde reinava uma pitada de harmonia e, pra variar, duas pitadas de loucura. Essa cidade realmente “é um ovo”. Revi quem não via há uma semana, revi quem não via há 2 meses, estudei... muito, poderia ter sido mais, mas isso, depois a gente resolve.