domingo, 17 de outubro de 2010

Ab-Sinto

Estar embriagado é eximir-se e abster-se das imperfeições que o mundo nos obriga a enxergar. O problema é quando a gente acorda do porre, porque tudo volta ao normal. Daí a vontade de voltar ao mundo da perfeição é inegável e acabamos voltando para a ilha de Utopia. Lá todos somos felizes, bora?

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Ralidade e rotina

"Cada ser humano é um universo". Cada qual com seu valor, todos singulares. Aracaju foi bom demais! Ponto de Equilíbrio foi o descanso. Sinto saudade de todos que conheci e que já conhecia. Mas teve uma pessoa em especial que me chamou atenção! Yanayá você muito foda! Não tenho palavras para te descrever. Só tenho a agradecer pelos momentos de altos risos, tomando caldo de cana! kkkkk Momentos que mesmo a morte ousada a atacar, até o último dia estarão na minha memória. Em breve estou de volta.

sábado, 2 de outubro de 2010

5ª categoria?

Dizem que muitas atitudes que tomamos quando temos entre 15 e 18 anos são decisões precipitadas. Mas acho que essas pessoas se enganam ou então não foram felizes quando tiveram essa idade. Queria mais era sair, reviver tempos em que estive num canto e depois me deparei em outro, assim sem perceber!

Temos que aprender que viver acontece apenas uma vez. E que na nossa oportunidade devemos aproveitar o máximo que pudermos com diversão, com carinho, com amor, com relacionamentos (não doentios, por favor), com tudo que esse mundo possa nos oferecer, até trabalho

*ainda creio que um dia possamos viver em paz sem ele!

Quantos sábados eu passei por ai nas ruas, nos bares, casebres, nas mansões e nas favelas? Conheço todos. E, por incrível que pareça, realmente, todos, até os barões, sabem tragar uma boa festa. E que festa... Se estes sabem, imagine os aqueles... Magnatas do mercado negro (rotulado assim pelos outros).

Esses "outros" sabem mais ainda!

Não gosto das categorias, mas acabo aproveitando todas por conta das circunstâncias que a realidade me faz vivenciar. O ser humano tem mais a oferecer. Acredito nisto!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Faz valer

Felicidade. É como esta que me toma neste momento. Antes iria começar este texto de uma maneira fria, sem nexo, quase forçada. Mas acabei de receber uma ligação que me deixou feliz. Nem conheço você, mas você me deixa sorrindo à toa. Nem sei se você é como diz ser, mas mesmo assim prefiro acreditar naquilo que você diz. De vez em quando é bom sonhar e viver o que se pensa, ainda que sozinho. Continuo a viver meus antigos sonhos inúteis. Ao contrário do que o mestre Bukowski diria:


"Cada vez mais descobriremos nossas próprias verdades e nosso modo próprio de falar, e essa nova voz estará despojada de velhas histórias, de velhos costumes, de sonhos velhos e inúteis..."


Acho que ainda não vivi o suficiente para esquecer certas coisas. Pra mim elas ainda parecem ser importantes, apesar de que gostaria muito de esquecê-las substituindo por outras mais legais. Novos sonhos concretizados são sempre bem vindos, você não acha?

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Oi, blog, olá pessoal!


Há muito tempo não vim aqui desabafar meus pensamentos e ideias malucas. Ideias. Assim mesmo, sem o acento. A língua portuguesa passou por mudanças. Algumas drásticas, outras nem tanto. E assim como a língua, os pensamentos, os costumes e as pessoas também mudam. Elas mudam internamente, mudam externamente e mudam do externo.
Por falar em mudanças, uma nova fase da política nacional está em transição de... olha só: MUDANÇA.
É preciso que saibamos escolher entre o que realmente é bom pra gente, o que parece ser bom e o que não é bom. Uma decisão difícil, mas que deve ser bem pensada antes de ser realizada.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Coincidências?


O mundo é tão pequeno as pessoas são tão iguais. Os sentimentos se cruzam em igualdade a cada esquina que vamos. Então qual o sentido de sermos tão egoístas? Por que ser tão soberbo ao ponto de achar que só nossas opiniões são as válidas.

A gente se acha o Máximo quando todos nos apóiam, quando todos dizem sim pra você mesmo quando você está errado. Mas custa alguma coisa crescer?

Não sabem os imaturos o quanto é bom enxergar a realidade.

Começar outro parágrafo de maneira incorreta seria um descuido... Com o tempo a gente aprende que ter dúvidas é algo natural, que a vida é um oceano, não um mar, de escolhas.
Entendam-me os bons!

domingo, 29 de março de 2009

Amigos

Tem momentos que achamos não saber o que se passa conosco. Sentimo-nos sozinhos, sem amigos para compartilhar nossas angustias, para compartilhar nossas alegrias. E o que mais nos aflige é ter a certeza de que nada fizermos para merecer tal solidão. Afinal, de que é feito o ser humano? Quais são suas verdadeiras intenções para com os outros? Por que caminhamos como se estivéssemos usando uma viseira de burro? A gente sempre esquece de que não estamos sozinhos neste mundo e que há muito o que se descobrir.


A gente esquece de que amigos não existem, ou sim, mas momentaneamente. É coisa fugaz. É coisa da nossa cabeça. É necessidade de não estar só. É necessidade básica do ser humano: fofocar, tirar uma onda, sorrir, às vezes beijar, quem sabe transar e depois dizer adeus e ir em busca de novos horizontes (amigos).


Por algum acaso estou enganado ao dizer que de vez em quando a gente para na rua e indaga um desconhecido dizendo: “cuidado, ‘amigo’, essa rua é perigosa”, “ei, ‘amigo’, me diz ai a hora, por favor”, todos são amigos... Ampliando os horizontes. Conhecendo pessoas, ou pelo menos tentando um inicio de contato, para que então, futuramente, possamos fofocar, tirar uma onda, sorrir, as vezes beijar, quem sabe transar e, depois dizer adeus e ir em busca de novos horizontes (amigos).

Ei, amigo, você poderia(...)?

Quero entender o que aflige o homem. Quero entender o que me deixa perturbado se a realidade é que nunca levei a sério o que é realidade. Por favor, parem o tempo! Revertam o tempo! Não quero entrar na pré-adolescencia, justo agora que estava me divertindo tanto com minha infância. Não quero agora, nesse momento!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Vem

Descobri que insônia mata. Mata a alma, mata o corpo, mata a mente, mata a gente. Descobri que nela se encontra a pior forma de se descobrir o quanto você pode representar tudo ou nada na vida de alguém. Descobri através dela que meus amigos não passam de passa tempo, tanto em relação de mim para eles, quanto deles para mim; e que conselhos, quando conseguimos captar, são a forma mais sensata de se enxergar os melhores caminhos para se seguir adiante.

A insônia me mostrou o quanto sou importante para alguém, me mostrou o quanto eu não valho nada, me fez me assistir do lado de fora, me fez ver o quanto eu sou importante para alguém e sim, eu valho muito, ora essa!

A insônia me fez ver que todos temos um potencial, que todos podemos ser o que quisermos ser. Ela me fez ler, ela me trouxe essa iminência de coisas que agora escrevo e, esporadicamente, vão saindo.

Agora acabou. Preciso novamente deitar.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Lembranças de uma vida pouco vivida

A medida que o tempo passa, as coisas vão perdendo um pouco o sentido de terem acontecido um dia. Tudo na nossa vida é tão passageiro, tão fugaz. Por isso acho importante curtir cada momento como se fossem os últimos de nossas vidas e acho desnecessários arrependimentos póstumos.


Lembro-me de outro dia, viajando a Salvador, o dia em que conheci minha ternura, Jaque, tudo muito estranho, esquisito, eu me auto-denominando doido (pela primeira vez), acho que foi ali que eu percebi o quanto a vida é passageira e precisa ser aproveitada ao máximo, lembro-me de que passei um pouco dessa loucura para algumas pessoas que aproveitaram comigo e hoje são outras pessoas: diferentes, destemidas, que aproveitam, assim como eu acho que sou hoje.


Em Salvador não curtimos Salvador. Só uma pequena faixa, ali em Ondina, vendo aquelas águas feias batendo nas pedras. Era um encontro de norte, sudeste, centro-oeste, Nordeste... Enfim, o sul não quis aparecer. Azar o deles. Perderam a melhor festa que poderiam curtir um dia. Conhecemos pessoas novas, que até hoje tenho contato, brincamos muitos, pulamos muito, corremos muito, Jaque casou. Sim, ela casou! Mas depois ela voltou ao normal e descasou. Pessoas perderam a “virgindade”, outras perderam o pudor. Foi tudo perfeito. Nada como um bom encontro de adolescentes, de comunicação, de quase todo Brasil, reunidos em Salvador.


Sinto saudades desse tempo que não volta. Nem voltará. Por isso que as coisas vão perdendo o sentido de terem acontecido: porque é como se não tivessem acontecido. A gente esquece, a gente faz desse momento uma página virada que às vezes nem vale a pena rever (para alguns).


Mas enfim... já que revi, é bom lembrar dos momentos bons: TODOS os momentos foram bons! A queda da Marina, a corrida da Renata, a cachaçada da mesma, a Sâmalla todas as manhãs me acordando com sua voz doce kkkkkkkkkk, entre tantas outras coisas que nesse momento me falha a memória para poder escrever.

Sinto saudades, apesar de tudo.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Decisão


Como é possível estar na presença de alguém que você ama e ao mesmo tempo se ver sozinho? Para estar só, basta preferir está só, escolher, facilitar essa possibilidade.

Se estou, certo ou se estou errado, não sei. Nossas escolhas são muito complicadas. Mas os frutos colhemos depois.


Não sei como será daqui pra frente, talvez [amorosamente falando] permaneça só. Talvez alguém que me entenda (um amigo, por favor) apareça [permaneça] na minha vida e me faça feliz do jeito que eu mereço.


Pretensões. Não peço nada de extraordinário, não peço o 100 por cento, somente o que me faça bem e feliz - quem sabe seja sim preciso de 100%?

Peço atenção, peço alguém que me diga o que está acontecendo, peço alguém que CONVERSE comigo, alguém que queria estar comigo em minhas atividades, não sempre, mas sempre que possível.

Peço um AMIGO.


Afinal, não é assim que funciona uma relação?

Quero o que é bom pra mim, e o que é bom pra você, futuro. Quero viver a vida da maneira que vós planejares! Sei que teus planos mudam em proporção às coisas que vão acontecendo.


(Atualizado em 11/01/2012)